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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Juramento da Engenharia Química

Juro honrar o grau que solenemente recebo,exercendo a profissão de engenheiro com ética, dignidade e respeito à vida e ao meio ambiente. 



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Uma nova forma de armazenar o calor do Sol

Uma nova forma de armazenar o calor do Sol: "Pesquisadores do MIT criaram uma bateria de calor recarregável, combinando a captura da energia e seu armazenamento em um mesmo material."

sábado, 6 de agosto de 2011

Estudo: mais colesterol bom não reduz risco de doença cardiovascular



27 de maio de 2011  17h59  atualizado às 19h48


Portal Terra
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Aumentar os níveis no sangue do chamado "colesterol bom" não reduz o risco de doenças cardiovasculares em
pacientes que já tomam estatinas para reduzir o mau colesterol, indicou um estudo americano.

Engenheiros inventam tenda que vira concreto quando molhada


Engenheiros inventam tenda que vira concreto quando molhada

Ideia de inventores britânicos foi testada na Etiópia e recebeu prêmios.

Da BBC
Tenda concreto 2 (Foto: BBC)Tenda precisa ser molhada com água para virar
uma construção sólida de concreto. (Foto: BBC)
Dois engenheiros britânicos inventaram uma tenda que, ao ser regada com água, se transforma em um abrigo de concreto. A invenção de Peter Brewin e Will Crawford ganhou diversos prêmios e já está sendo usada em países em desenvolvimento, como na Etiópia.
A tenda produzida pelos engenheiros é inflável. Do lado de dentro, há um revestimento de plástico, e por fora ela é feita com o tecido especial, que contém concreto. Uma vez inflada, a tenda é presa ao chão com pregos de metal. Em seguida, ela é regada com água, que não precisa necessariamente ser potável ou doce.


Climatologistas consideram exoplaneta potencialmente habitável


Gliese 581d é mais frio que a Terra, mas pode ter atmosfera com dióxido de carbono e se beneficiar de um possível efeito estufa



Foto: AFP
Modelo mostra variação de temperaturas e distribuição de ventos na superfície do exoplaneta


Um dos planetas que gira ao redor da estrela-anã Gliese 581 poderia ser "habitável", com clima propício para a existência de água em estado líquido e vida, segundo um estudo que uma equipe de climatologistas acaba de publicar.

Bolhas podem adquirir consistência sólida, diz estudo

Um jato de bolhas pode agir como se fosse um líquido ou um sólido, característica própria de materiais granulados como a areia. O nível de densidade é que vai determinar como elas se comportam, diz estudo da Universidade de Paris-East, na França.
Areia, sementes e pó que são colocados em uma rampa escorrem como um líquido qualquer. Mas se os grãos são postos de forma que preencham 64% da rampa, passam a uma espécie de “estado sólido” que resiste ao fluxo.
Diante desse dado, a pesquisadora Rémi Lespiat e colegas da universidade decidiram investigar se as bolhas teriam essa mesma maleabilidade.
O grupo produziu bolhas esguichando gases de nitrogênio em uma câmara com água, para depois percorrem um tubo.
O resultado é que, em baixas densidades, as bolhas fluíram. E quando preencheram 64% do tubo, ganharam resistência.
A descoberta sugere que pode haver uma regra universal que entra em ação quando objetos preenchem 64% do espaço.
Esse conhecimento, segundo o pesquisador Randall Kamien, da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA), poderia ser usado para se criar bolhas gasosas com aplicações médicas. (Fonte: Folha.com)

Recuperação de Prata a Partir de Radiografias

http://www.recicloteca.org.br/cultivando.asp?Ancora=8


Recuperação de prata a partir de radiografias
Seguindo sua linha de suprir a demanda por informações no campo da reciclagem e reaproveitamento dos mais diversos materiais, na utilização racional dos recursos naturais e na divulgação de técnicas inovadoras, a Recicloteca traz desta vez a recuperação da prata presente em radiografias. O texto teve como base o material do projeto montado dentro do CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica de Química de Nilópolis - Unidade de Nilópolis, RJ, para apresentação na VI SEMATEC, em 2000.
Estamos, como sempre, abertos para receber conteúdo informativo, descrição de projetos, trabalhos, relatos de experiências. Tais materiais passarão a fazer parte do acervo e poderão se transformar em uma matéria deste informativo e/ou do sítio virtual. Envie sua idéia!
Recuperação da prata de radiografias
Um dos metais mais populares de nossa civilização, a prata (e suas ligas) tem sido utilizada em jóias, talheres, espelhos, objetos decorativos e etc. Está presente também nas fotografias branco e preto e nas radiografias, sendo nesses últimos, considerados como fontes secundárias de prata de grande interesse comercial por ser uma atividade lucrativa e constituir matéria-prima sem custo.
Estima-se, em média, que a prata potencialmente recuperável de negativos de filmes preto e branco é de cerca 0,5g/m2 ao passo que esse número pode aumentar 10 vezes para radiografias.
Algumas técnicas vêm sendo estudadas e desenvolvidas para recuperação de prata a partir de filmes, de resíduos de laboratório e outros materiais. Porém muitas destas técnicas, apesar de serem eficientes na recuperação do metal, criam resíduos extremamente tóxicos (como os cianetos) que são lançados no ambiente ou apresentam grande gasto de energia elétrica.
Para recuperação de prata a partir de radiografias, devem ser considerados os seguintes aspectos, em igual relevância:
. simplicidade na execução
. menor quantidade de reagentes
. baixo custo dos reagentes
. geração de menor quantidade de resíduos
. geração de resíduos menos tóxicos
. bom rendimento
. potencialidade na recuperação/tratamento dos resíduos
Seguindo o objetivo de se extrair a prata da radiografia por um processo barato sem a geração de resíduos químicos perigosos, a equipe do CEFET desenvolveu o processo que consiste nas seguintes etapas:
1) Tratamento da radiografia com uma solução de hipoclorito de sódio 2,0% (água sanitária) sendo gerados:
· um resíduo sólido que contém a prata sob a forma de vários compostos químicos;
· películas radiográficas “limpas”.
2) Em seguida o resíduo sólido é tratado com hidróxido de sódio sólido em água por aquecimento durante 15 minutos. Nesta fase obtém-se o óxido de prata misturado a impurezas.
3) Faz-se o aquecimento do óxido de prata com uma solução de sacarose por 60 minutos obtendo-se a prata impura sólida que ainda não apresenta brilho.
4) Finalmente é feito o aquecimento da prata a 1.000ºC por 60 minutos numa mufla (um tipo de estufa) e obtém-se a prata pura e com brilho.

Apesar da quantidade de prata nas radiografias variar muito em função das chapas escolhidas,
são obtidos cerca de 2 gramas de prata com 98,50% de pureza para cada m2 de radiografia.
Reaproveitamento das películas radiográficas ‘limpas’
Quanto às películas radiográficas que não contenham mais a prata, foram pesquisados possíveis usos principalmente em trabalhos artísticos onde adaptou-se uma antiga técnica de confecção de matrizes de impressão, tradicionalmente confeccionadas em metal e pedra - a xilogravura. A película radiográfica pode ser trabalhada sob três formas:
- de ponta-seca, onde o desenho surge através de arranhões sobre a película, que, após ser entintada é prensada contra uma folha de papel, para onde a imagem é transferida;
- através de recorte, onde a película é recortada, entintada com um rolinho de borracha e impressa como no processo anterior;
- pintando a película com tinta gráfica, que é impressa sendo utilizada somente uma vez (monotipia).
Equipe do projeto:
Professores: Andréa de Moraes Silva (Coordenadora) , Ismárcia Gonçalves da Silva; Carlos Alberto Barbosa; Solange de Sousa Vergnano.
Alunos: Iva Oliveira Tavares; Fábio dos Santos Cleto; Roberto da Silva Victório; Fernando Cezar de Magalhães; Leandro Silva Figueiredo; Laís da Silva Gomes; Fabiano Marques Dias.

Robô dá primeiros sinais de consciência


com informações da New Scientist - 04/04/2011

Robô dá primeiros sinais de consciência
O agente de software LIDA conseguiu pela primeira vez completar testes padronizados de avaliação do estado de alerta, ou estado de consciência, no mesmo tempo gasto por humanos. [Imagem: Nevit Dilmen/Wikimedia]




Consciência robótica
Ela ainda não é um robô no sentido comum do termo, porque ainda não tem um corpo.
Mas é o que mais aproxima até hoje daquilo que se poderia chamar de uma "mente robótica".
O programa, projetado para ser usado para animar um robô, conseguiu pela primeira vez completar testes padronizados de avaliação do estado de alerta, ou estado de consciência, no mesmo tempo gasto por humanos.
O nome dessa "consciência robótica" é LIDA, uma sigla para Learning Intelligent Distribution Agent, agente de distribuição inteligente do aprendizado, em tradução livre.
LIDA é filha de Stan Franklin, da Universidade de Memphis, com uma "participação especial" de Bernard Baars, do Instituto de Neurociências de San Diego e Tamas Madl, filósofo da Universidade de Viena, na Áustria.


Cientistas espanhóis produzem petróleo a partir de alga

Uma grande quantidade de tubos de oito metros de altura, perto de Alicante, no leste da Espanha, macera o que pode ser o combustível do amanhã: biopetróleo produzido com as microalgas que se alimentam do anídrido carbônico lançado por uma fábrica vizinha.
Cerca de 400 tubos de cor verde escura nos quais crescem milhões de microalgas estão localizados em uma planície dessa região do leste da Espanha, perto de um cemitério, que expele CO2, um gás que é capturado e levado por meio de tubulações até a pequena fábrica de biopetróleo.
Pesquisadores franceses e espanhóis da pequena empresa Bio Fuel Systems (BFS) desenvolvem há cinco anos este projeto, ainda experimental.

Pesquisadores usam fibras de frutas para produzir plástico superresistente


Cientistas brasileiros desenvolveram uma maneira de usar fibras frutas para fabricar plásticos automotivos mais resistentes e mais leves que os tradicionais. Frutas como banana e abacaxi podem ser usadas para produzir esse material reforçado, de forma similar à fibra de vidro ou de carbono.
As fibras usadas são chamadas nanocelulose e, segundo os cientistas, chegam a ser tão duras quanto o kevlar, material usado em coletes à prova de balas. Os plásticos de nanocelulose são mais leves, podendo reduzir o peso dos automóveis. A celulose das folhas e do caule do abacaxi é uma das mais promissoras para fazer esse processo, diz Alcides Leão, da Unesp, que liderou a pesquisa apresentada apresentada esta semana num encontro da Sociedade Americana de Química.
Para obter o nanofibras a partir das frutas, os cientistas colocam as folhas e talos de abacaxi ou outras plantas num equipamento parecido com uma panela de pressão. Em seguida, acrescentam alguns produtos químicos e aquecem a mistura em vários ciclos, produzindo um material fino parecido com talco.
O processo é caro, mas com um quilo de nanocelulose é possível produzir 100 quilos de plástico superforte, de acordo com os pesquisadores. Por enquanto, eles estão se concentrando na substituição de plásticos automotivos. No futuro, segundo Leão, seria possível até usar a tecnologia no lugar de aço e alumínio. (Fonte: Globo Natureza)

Imagem mostra o brilho rosa avermelhado da formação estelar

Enxame aberto
A nuvem de cor rosa avermelhada que se vê nesta nova imagem doVery Large Telescope do ESO é uma região de hidrogênio brilhante que circunda o enxame estelar NGC 371.
Esta maternidade estelar situa-se na nossa galáxia vizinha, a Pequena Nuvem de Magalhães.
Estas regiões de hidrogênio ionizado - conhecidas como regiões HII - são locais de criação com taxas elevadas de formação estelar recente. A NGC 371 é um enxame aberto rodeado por uma nebulosa - todas as estrelas de um enxame aberto têm origem numa mesma região HII difusa.
Ao longo do tempo, a maior parte do hidrogênio é usada na formação estelar, originando uma concha de hidrogênio, tal qual a que observamos na imagem, e um enxame de estrelas quentes jovens.